sexta-feira, agosto 04, 2006
Desejo e Amor.
Também desejamos
E assim como no amor
No desejo também há desenganos
Sofremos ao não sabermos
Se podemos
Ter quem amamos
Mas muito nos angustiamos
Quando não sabemos
Se podemos
Ter quem desejamos
Às vezes sofremos ao amar
Sofremos no silencio
Dos nossos pensamentos
Pensamentos de Duvida
Se uma hora ira acabar
E é com esse medo
Que ainda mais nos apegamos
No momento ao lado
De quem amamos
Ao contrario de quando amamos
Não sofremos ao termino
De quando desejamos
Pois não há um momento certo no desejo
Mas vários incertos momentos
No desejo o fim é eminente
E a vontade sempre está latente.
Ficamos levianos quando próximos
De quem Desejamos
E tolos Quando perto de quem amamos
Porém mais tolos somos nós
Que achamos que quem nós amamos
Nunca foi leviano
Todos nós temos a liberdade
De amar e de desejar
Mas ao amar e sermos amados
Podemos até nos convencer
Mas no fundo no peito
Nós sabemos
Não temos toda liberdade
Liberdade que pretendemos
Enquanto quando desejamos
Temos a liberdade
De termos quem queremos
Como é comum pensar
Desejar não é pecar
Pois no amor
Devemos nos entregar
No desejo queremos e temos
Que apenas desfrutar
Do momento
Mas a sensação de quando desejamos
Existe até no sentimento
Sentimento de quando amamos.
sábado, julho 08, 2006
Telespectador da Realidade
"Até o fim com a liberdade"
.............
"Olhe ao seu redor...
Alguma hora, todo mundo tem que aprender..."
-------------------------------------------------------
Telespectador da Realidade
Um pedaço de detalhe
Alguns rostos tristes pelos cantos
E certos não ligam para o tempo
Mesmo sabendo que já é tarde
É apenas tarde
Eu sei que aquele garoto fumando
Está pensando nela
Seus amigos se divertindo
E a garota quer saber
No que o garoto estaria pensando?
Alguns papéis perdidos no caderno
Para ser esquecidos
Um pedacinho cortado
Meio remendado
Dizendo aquela frase
Mas quem liga?
Ontem já é tarde
Vejam aquele casal em alta velocidade
Não sabem que o fim está na próxima curva
“Não reduza”
Até o fim com a liberdade
Telespectador da realidade
Estranho não ver uma foto sua
Na minha instante
Foi como um relance
Mas sei que não foi um detalhe
Não ligo para o tempo
Talvez ainda não seja tarde
Encontrar o tempo perdido
Lembrar o que foi esquecido
Não mais um telespectador
Ser seu ator principal
No seu palco da realidade
Pois não é tarde
Não é tarde...
-----------------------------
Olhe ao seu redor...quarta-feira, junho 14, 2006
Ou não
Não existe arrependimento.
Porém, espero que de tempo...
---------------------------------------------
Talvez não tenha sido
As melhores ações
Talvez não tenha sido
A melhor palavra
Talvez não tenha sido
Das melhores intenções
Talvez não fosse a hora exata
Quem garante
Que era o melhor remédio?
Quem garante
Que não era pra ser serio?
Vai saber
Se não era pra ser mistério
(Ninguém te viu no monastério)
Aquela historia
Do poeta
A velha historia
De toda natureza morta
Quem me dera
Não fosse fraqueza
Ou quem sabe
Um pouco de tristeza
Talvez
Quem sabe
Quem garante
Toda historia
Do já viajado viajante
Cansado
Que tudo
Que fez e faz
Sempre foi feito
Com um certo caso pensado
-----------------------------------------------
domingo, abril 09, 2006
Casca
terça-feira, março 21, 2006
Novo Mundo
Como os raios de sol tocam a Terra
Movendo a sombra do dia até a noite
Meu corpo se move por este solo
Ao alcance da Lua e do Sol
Então eu e as nuvens choramos
Na tarde cinza de outono
E quando inverno chegou
Me aqueci
Com o abraço quente do Fogo
Mas na primavera ri
Quando as flores eu vi
Desabrochando
Gaia me de a mão e me guie
Nesse mundo Novo
Sem a linda poesia
Deste ingênuo povo
Que não conhece a magia
E a descrença
Que do novo mundo
É a nova maldição
O velho mundo
Cheio de fantasia
Agora não passa de um sonho
De uma noite de Verão