Azar no jogo
Sorte no amor
Um jogo um prazer
Uma dor
Sorte no jogo
Azar no amor
Jogo no amor
Sorte no azar
Um amor, um alivio
Falta de ar
Cartas, fichas, Blefe
Piões, Apostas, Flerte
Toque, cartas, lábios
Apostas, toque, corpo
Passos, fatos
Naturalmente
Não planejados
Jogo no corpo
Amor na mente
Olhares, sorrisos, abraços
Jogo, amor, planos e descasos
Opção dos atos, segundos passados.
Estrelas mares e planos
Não dos próximos atos
Mas dos próximos anos
Conseqüências.
Azar na sorte.
Sorte no azar
Amor no jogo
Jogo no amor
Ciclos, sorrisos
Lagrimas, instinto
Nos contorcemos, giramos
Em caminhos...
Inicios, principios
Apostar em jogo
Ganhar no amor
quarta-feira, outubro 29, 2008
quinta-feira, setembro 25, 2008
Bom
Quem é que quer um pouco mais de palavras?
Tenho algumas guardadas na manga.
Costumo utilizá-las, em momentos oportunos
Como por exemplo,
Bom dia.
A mesma paz que carrego comigo
é o caos que me persegue
Da vida, faço que sei
o resto, eu improviso
Uso do lixo, minha sexta de basquete
Para arremessar
Pedaços de contradições
Confesso que, isso nunca foi meu forte
Vejo a poeira, sobre minhas coisas
Sobre alguns dos meus sentidos
Estou farto de dizer, o que um dia
Sempre disse
Parece que nunca aprendo
Mas também nunca me arrependo
De ter guardado
Algumas contradições amassadas
No meu bolso
De manha acordo
Espreguiço
Lavo o rosto
Minha voz sai baixa
Meio rouca e mansa
Começo meu dia
Tirando algumas palavras da manga
Como por exemplo,
Bom dia.
Tenho algumas guardadas na manga.
Costumo utilizá-las, em momentos oportunos
Como por exemplo,
Bom dia.
A mesma paz que carrego comigo
é o caos que me persegue
Da vida, faço que sei
o resto, eu improviso
Uso do lixo, minha sexta de basquete
Para arremessar
Pedaços de contradições
Confesso que, isso nunca foi meu forte
Vejo a poeira, sobre minhas coisas
Sobre alguns dos meus sentidos
Estou farto de dizer, o que um dia
Sempre disse
Parece que nunca aprendo
Mas também nunca me arrependo
De ter guardado
Algumas contradições amassadas
No meu bolso
De manha acordo
Espreguiço
Lavo o rosto
Minha voz sai baixa
Meio rouca e mansa
Começo meu dia
Tirando algumas palavras da manga
Como por exemplo,
Bom dia.
quinta-feira, julho 31, 2008
Na ponta dos dedos
Em uma fração de melancolia abstrata
A visão, tão irônica
Como as pontas dos meus dedos...
Segurando o cigarro
Quando o som do trago ta tranqüilidade
Ao meio de tanto caos
Tantos caos, aos olhos
Quantas cinzas do cinzeiro amargo
Olhos vertigem, sorriso
Olhos conformados
Satisfeito do que esta absorvendo
E chamando de realidade
Ao meio de tantas loucuras
Boca cheia de palavras
Não ditas
E tão vazias de ofensas
Ditas
Ditando a regra da vida
Para um escrivão embriagado
Batendo a cinza da vida
Tão irônica quanto a ponta dos dedos
Em uma urna de ouro
Carregada de derrotas e conquistas.
A visão, tão irônica
Como as pontas dos meus dedos...
Segurando o cigarro
Quando o som do trago ta tranqüilidade
Ao meio de tanto caos
Tantos caos, aos olhos
Quantas cinzas do cinzeiro amargo
Olhos vertigem, sorriso
Olhos conformados
Satisfeito do que esta absorvendo
E chamando de realidade
Ao meio de tantas loucuras
Boca cheia de palavras
Não ditas
E tão vazias de ofensas
Ditas
Ditando a regra da vida
Para um escrivão embriagado
Batendo a cinza da vida
Tão irônica quanto a ponta dos dedos
Em uma urna de ouro
Carregada de derrotas e conquistas.
sábado, maio 10, 2008
Barragem
Os picos das montanhas
Fazem amor com as nuvens e os céus
Entre espasmos e delírios de prazer
Goza aos litros
Nascente dos rios
Nascente dos rios
Escorre sobre a pele da terra
Encontra vidas e pedras
Que não atravanca seu caminho
Com isso deixa-o mais belo
Acaricia a superfície e faz
O planeta gemer em arrepios
Desliza pela espinha do mundo
Toma força
E faz
Tremer de amor o mar
E faz
Tremer de amor o mar
Os picos ainda gozam aos litros
Sem interromper nenhum ciclo
Sobe aos céus
E alimenta o manancial
Sobe aos céus
E alimenta o manancial
A barragem do homem
Impede de encontrar todo potencial
Retém os espasmos e vontades naturais
Impede de encontrar todo potencial
Retém os espasmos e vontades naturais
Os pés pesados no pedal
Aceleram até a barriga esfriar
Você me faz ir
Até as ultimas consequências
Destruir barragens, continuar
Ninguém pode dominar o rio, céu e o mar
As últimas consequências
Fazem-me continuar.
terça-feira, maio 06, 2008
Atenção, esse texto contém spoiler.
Você sabe onde me encontrar, do contrario, deixa que eu encontre você.
Sabe não me sinto em um filme de ação, ou num romance, drama sei lá.
É diferente quando você não vê com olhos de narrador. È tanta merda que influencia a cabeça, que às vezes acho que, certas atitudes não seriam tomadas em outras circunstancias.
Mas afinal, a vida é mesmo um grande espetáculo, que se torna um fracasso, quando você percebe que esta sendo assistido, e tenta agradar a platéia.
Vejam só, aquele banco vazio, aquela pessoa não veio. Olhe o outro, aquela pessoa está saindo. E é assim...
Tem gente que diz o contrario que nega até o fim, que essa coisa de espetáculo é besteira.
Mas não cheguei a pensar nisso, olhando-me no espelho. Mas vendo-me em certos momentos como parte da platéia.
E a peça que assistia era minha vida.
Todo mundo estréia sua vida, à deixa em cartaz, nem que for para uma pessoa.
Bom, na verdade, você pode não saber onde me encontrar, e olhe que não é lá tão difícil, mas não vai fazer diferença, pois é provável que eu também não te encontre.
Falando em platéia, estava revendo algumas cenas do meu filme de estréia particular. Era sobre um cavaleiro medieval vivendo nos dias de hoje.
Eu ri da parte que, quando ele foi tirar a armadura, uma personagem lá sem querer deu uma pancada nele. Mas ele revelou um peitoral de aço escondido, que ele tinha disfarçado por baixo da camiseta só pra ter certeza.
Convencido que era melhor do outro jeito, voltou a usar a armadura completa.
Engraçado, a armadura dele não era bonita, mas era bem lustrada, algumas pessoas só gostavam dela por que viam o próprio reflexo.
Sabe não me sinto em um filme de ação, ou num romance, drama sei lá.
É diferente quando você não vê com olhos de narrador. È tanta merda que influencia a cabeça, que às vezes acho que, certas atitudes não seriam tomadas em outras circunstancias.
Mas afinal, a vida é mesmo um grande espetáculo, que se torna um fracasso, quando você percebe que esta sendo assistido, e tenta agradar a platéia.
Vejam só, aquele banco vazio, aquela pessoa não veio. Olhe o outro, aquela pessoa está saindo. E é assim...
Tem gente que diz o contrario que nega até o fim, que essa coisa de espetáculo é besteira.
Mas não cheguei a pensar nisso, olhando-me no espelho. Mas vendo-me em certos momentos como parte da platéia.
E a peça que assistia era minha vida.
Todo mundo estréia sua vida, à deixa em cartaz, nem que for para uma pessoa.
Bom, na verdade, você pode não saber onde me encontrar, e olhe que não é lá tão difícil, mas não vai fazer diferença, pois é provável que eu também não te encontre.
Falando em platéia, estava revendo algumas cenas do meu filme de estréia particular. Era sobre um cavaleiro medieval vivendo nos dias de hoje.
Eu ri da parte que, quando ele foi tirar a armadura, uma personagem lá sem querer deu uma pancada nele. Mas ele revelou um peitoral de aço escondido, que ele tinha disfarçado por baixo da camiseta só pra ter certeza.
Convencido que era melhor do outro jeito, voltou a usar a armadura completa.
Engraçado, a armadura dele não era bonita, mas era bem lustrada, algumas pessoas só gostavam dela por que viam o próprio reflexo.
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