Quem é quem
Um olhar uma espreita
Um suspiro
Uma face uma despedida
Beijo em uma noite desmedida
Um ato, indeterminado
Que antecede o sossego
O desfecho da estrada
O fim, o principio.
Um suspiro um ciclo
Mãos no corpo
E o corpo na alma
O olhar que nunca se cruzou
A mente que divaga
Entre
Paralelepípedos e casas
Eu vou
Você faça
O que quiser
Ninguém pode ter tudo.
Vida, muro, pulo.
Os anéis de saturno
Auréola de um mundo
Roda e gira
Voe para longe
Olhar o céu
E ver estrelas sorrindo
Estou aqui
Aviso que estou aqui
Por enquanto.
Um suspiro alto
Entretanto
Entre tantos.
Existindo.
quarta-feira, junho 02, 2010
terça-feira, maio 18, 2010
La dos Altos
La dos altos
Soa um forte tom
Que recai sobre nossas cabeças
E abençoa
Vidas tais
Como os que emitem um leve suspiro
Na esquina
De baixo de velhos jornais
E logo à frente o sol
Que reflete nos terminais
Tentativas falhas de poder
Amar o ser
E tesouros nas mãos de
Pilhas de importantes saldos
Educam o ser
Para amar o poder
Corações e mentes se perdem
Quando esquecem o que é viver
La dos altos
Soa um forte tom
Que paira sobre vidas e casas
Ilumina janelas, santos e pedras
Bancos, cheques e feras
No timbre de um velho vinil
Fique imune a sanidade
Liberte-se da Liberdade.
Soa um forte tom
Que recai sobre nossas cabeças
E abençoa
Vidas tais
Como os que emitem um leve suspiro
Na esquina
De baixo de velhos jornais
E logo à frente o sol
Que reflete nos terminais
Tentativas falhas de poder
Amar o ser
E tesouros nas mãos de
Pilhas de importantes saldos
Educam o ser
Para amar o poder
Corações e mentes se perdem
Quando esquecem o que é viver
La dos altos
Soa um forte tom
Que paira sobre vidas e casas
Ilumina janelas, santos e pedras
Bancos, cheques e feras
No timbre de um velho vinil
Fique imune a sanidade
Liberte-se da Liberdade.
quinta-feira, abril 01, 2010
Interferência
Caçando sorrisos no meio da multidão
A mente vazia e o coração
Coloco-os na bolsa de prazeres
Antes que murchem em minhas mãos
Seu medo infantil
Do mito e do pecado
Primitivo ser que roda em ciranda
Em volta da fogueira de incompreensão
Colho olhares místicos entre a pressa
Um por um, até os mais céticos
Coloco-os em minha bolsa de prazeres
Antes que se feche em minhas mãos
Um ato delinqüente
As voltas dadas
Transbordam as mentes
De lixo retrógado e senil
Tento não interferir no trajeto
Mas o ser
É interferência
E é a Natureza
Essa nossa que não muda
Essa nossa alma que regozija
Tentando entender o que não precisa
Vivendo o que serve mais
As luzes irão iluminar
Caminhos até o Éden do pensamento
Recolho espíritos presos
Solto-os todos
No meu jardim de esperança
A mente vazia e o coração
Coloco-os na bolsa de prazeres
Antes que murchem em minhas mãos
Seu medo infantil
Do mito e do pecado
Primitivo ser que roda em ciranda
Em volta da fogueira de incompreensão
Colho olhares místicos entre a pressa
Um por um, até os mais céticos
Coloco-os em minha bolsa de prazeres
Antes que se feche em minhas mãos
Um ato delinqüente
As voltas dadas
Transbordam as mentes
De lixo retrógado e senil
Tento não interferir no trajeto
Mas o ser
É interferência
E é a Natureza
Essa nossa que não muda
Essa nossa alma que regozija
Tentando entender o que não precisa
Vivendo o que serve mais
As luzes irão iluminar
Caminhos até o Éden do pensamento
Recolho espíritos presos
Solto-os todos
No meu jardim de esperança
segunda-feira, março 29, 2010
Novo de novo
O futuro não tem limites
Vaga em todas as direções
Como a luz que propaga no universo
As mãos para os céus
Pegando o fluxo do destino
Não há barreiras
A não ser aquelas
Impostas por nós mesmos
Como o Medo
A incompreensão
O preconceito
Queira e terá
Descubra e verá
O verbo
Ação Imutável.
Que transformar-se
A todo o momento
Paradoxo
Do ser e não ser
Ao mesmo tempo
Ter sem possuir
Partir e ficar
Tudo e nada
No mesmo conceito
Veremos assim talvez
Com os olhos sãos
Uma constante chamada
Iluminação.
Vaga em todas as direções
Como a luz que propaga no universo
As mãos para os céus
Pegando o fluxo do destino
Não há barreiras
A não ser aquelas
Impostas por nós mesmos
Como o Medo
A incompreensão
O preconceito
Queira e terá
Descubra e verá
O verbo
Ação Imutável.
Que transformar-se
A todo o momento
Paradoxo
Do ser e não ser
Ao mesmo tempo
Ter sem possuir
Partir e ficar
Tudo e nada
No mesmo conceito
Veremos assim talvez
Com os olhos sãos
Uma constante chamada
Iluminação.
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