A poeira
Do chão
Por cima das coisas
Poeira da terra
Batida
Do meu coração
Que anseia
Bater forte
Mas tem
Como mote:
Não viver uma ilusão
As miragens
De um deserto
Repleto de
Solidão
São visões
Esperadas
Vereda
Por meio
Do caos
Em busca de
Compreensão
quinta-feira, junho 03, 2010
quarta-feira, junho 02, 2010
Entre Safra
Quem é quem
Um olhar uma espreita
Um suspiro
Uma face uma despedida
Beijo em uma noite desmedida
Um ato, indeterminado
Que antecede o sossego
O desfecho da estrada
O fim, o principio.
Um suspiro um ciclo
Mãos no corpo
E o corpo na alma
O olhar que nunca se cruzou
A mente que divaga
Entre
Paralelepípedos e casas
Eu vou
Você faça
O que quiser
Ninguém pode ter tudo.
Vida, muro, pulo.
Os anéis de saturno
Auréola de um mundo
Roda e gira
Voe para longe
Olhar o céu
E ver estrelas sorrindo
Estou aqui
Aviso que estou aqui
Por enquanto.
Um suspiro alto
Entretanto
Entre tantos.
Existindo.
Um olhar uma espreita
Um suspiro
Uma face uma despedida
Beijo em uma noite desmedida
Um ato, indeterminado
Que antecede o sossego
O desfecho da estrada
O fim, o principio.
Um suspiro um ciclo
Mãos no corpo
E o corpo na alma
O olhar que nunca se cruzou
A mente que divaga
Entre
Paralelepípedos e casas
Eu vou
Você faça
O que quiser
Ninguém pode ter tudo.
Vida, muro, pulo.
Os anéis de saturno
Auréola de um mundo
Roda e gira
Voe para longe
Olhar o céu
E ver estrelas sorrindo
Estou aqui
Aviso que estou aqui
Por enquanto.
Um suspiro alto
Entretanto
Entre tantos.
Existindo.
terça-feira, maio 18, 2010
La dos Altos
La dos altos
Soa um forte tom
Que recai sobre nossas cabeças
E abençoa
Vidas tais
Como os que emitem um leve suspiro
Na esquina
De baixo de velhos jornais
E logo à frente o sol
Que reflete nos terminais
Tentativas falhas de poder
Amar o ser
E tesouros nas mãos de
Pilhas de importantes saldos
Educam o ser
Para amar o poder
Corações e mentes se perdem
Quando esquecem o que é viver
La dos altos
Soa um forte tom
Que paira sobre vidas e casas
Ilumina janelas, santos e pedras
Bancos, cheques e feras
No timbre de um velho vinil
Fique imune a sanidade
Liberte-se da Liberdade.
Soa um forte tom
Que recai sobre nossas cabeças
E abençoa
Vidas tais
Como os que emitem um leve suspiro
Na esquina
De baixo de velhos jornais
E logo à frente o sol
Que reflete nos terminais
Tentativas falhas de poder
Amar o ser
E tesouros nas mãos de
Pilhas de importantes saldos
Educam o ser
Para amar o poder
Corações e mentes se perdem
Quando esquecem o que é viver
La dos altos
Soa um forte tom
Que paira sobre vidas e casas
Ilumina janelas, santos e pedras
Bancos, cheques e feras
No timbre de um velho vinil
Fique imune a sanidade
Liberte-se da Liberdade.
quinta-feira, abril 01, 2010
Interferência
Caçando sorrisos no meio da multidão
A mente vazia e o coração
Coloco-os na bolsa de prazeres
Antes que murchem em minhas mãos
Seu medo infantil
Do mito e do pecado
Primitivo ser que roda em ciranda
Em volta da fogueira de incompreensão
Colho olhares místicos entre a pressa
Um por um, até os mais céticos
Coloco-os em minha bolsa de prazeres
Antes que se feche em minhas mãos
Um ato delinqüente
As voltas dadas
Transbordam as mentes
De lixo retrógado e senil
Tento não interferir no trajeto
Mas o ser
É interferência
E é a Natureza
Essa nossa que não muda
Essa nossa alma que regozija
Tentando entender o que não precisa
Vivendo o que serve mais
As luzes irão iluminar
Caminhos até o Éden do pensamento
Recolho espíritos presos
Solto-os todos
No meu jardim de esperança
A mente vazia e o coração
Coloco-os na bolsa de prazeres
Antes que murchem em minhas mãos
Seu medo infantil
Do mito e do pecado
Primitivo ser que roda em ciranda
Em volta da fogueira de incompreensão
Colho olhares místicos entre a pressa
Um por um, até os mais céticos
Coloco-os em minha bolsa de prazeres
Antes que se feche em minhas mãos
Um ato delinqüente
As voltas dadas
Transbordam as mentes
De lixo retrógado e senil
Tento não interferir no trajeto
Mas o ser
É interferência
E é a Natureza
Essa nossa que não muda
Essa nossa alma que regozija
Tentando entender o que não precisa
Vivendo o que serve mais
As luzes irão iluminar
Caminhos até o Éden do pensamento
Recolho espíritos presos
Solto-os todos
No meu jardim de esperança
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